Os avanços como água canalizada, rede geral de esgoto e coleta de lixo são marcantes nas áreas urbanas do Distrito Federal, onde apresentam altos índices de saneamento básico, desde 1988. Embora as taxas apresentem um nível memorável (acima da média nacional), entre 1998 e 2008 o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) alegou que as mesmas deram início a uma série de retrações.
O acesso ao saneamento básico nas regiões mais afastadas é inferior se comparado aos grandes centros. Esse fato mostra que as áreas rurais e cidades-satélites não receberam com tal eficácia do governo e órgãos responsáveis os mesmos recursos dispostos às áreas urbanizadas. Em 2007, enquanto 95% da população urbana do Distrito Federal gozava de um abastecimento de água adequado, cerca de 83% de pessoas que vivem em regiões rurais tinham o mesmo privilégio. A discrepância pode não ser das maiores, porém deixa claro que o investimento público não seguiu o crescimento na expansão dessas localidades.
É necessário que a diferença entre as áreas urbanas e áreas rurais seja erradicada, pois é notável o maior progresso da região metropolitana quando comparada a região interiorana. O governo tem de apoiar o avanço do Distrito Federal em sua totalidade, fornecendo o essencial para sua população em geral.
Referência
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