As “disparidades regionais se acentuam quando o rendimento per capita do domicílio é relacionado aos serviços de saneamento”, observa o IBGE. Nesse setor, casas miseráveis de São Paulo têm condições melhores do que as de lares de alguns Estados do Nordeste ou do Norte com renda superior a 5 salários mínimos. “Na região Norte, apenas 6,7% dos domicílios tinham acesso ao saneamento adequado na classe de renda per capita de até meio salário mínimo, passando para 28,5% na classe de renda per capita de mais de cinco salários mínimos
Na maior região do país, somente 13,5% dos domicílios (aproximadamente 555 mil) eram atendidos no ano passado por rede coletora de esgoto. No Nordeste, a situação era um pouco melhor, mas ainda longe do adequado (33,8% das casas contavam com coleta de esgoto em 2009). O levantamento evidencia a desigualdade dessas regiões em relação ao Sudeste, que tinha no período 85,6% das residências com saneamento.
A algumas regiões, como a Norte, Nordeste e Centro-Oeste perderam a cobertura da rede de 2008 para 2009, enquanto Sudeste e Sul viram aumentar esse percentual.
A situação dessa região se torna cada vez pior, pois as obras do PAC Saneamento estão 100% paralisadas desde 2009, nenhuma obra foi concluída até agora. (veja o gráfico).
Referências:
http://www.pnud.org.br/saneamento/reportagens/index.php?id01=1016&lay=san

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