A Superintendência de Limpeza Urbana é uma autarquia municipal criada pela Lei 2.220 de 27 de agosto de 1973. A Lei nº 9.011, de 1º de janeiro de 2005, vincula a SLU à Secretaria Municipal de Políticas Urbanas (Smurbe).
Apesar de lixo ser visto como sinônimo de problema por poluir o solo, a água, o ar e atrair animais que transmitem doenças, em Belo Horizonte a prefeitura considera que lixo bem tratado é garantia de trabalho e inserção social. Desde 1993, por meio da SLU, a prefeitura se volta para as atividades de reciclagem de todos os materiais: papel, metal, plástico e vidro, ou entulho e resíduos orgânicos.
O Modelo de Festão de Resíduos Sólidos é quem toma as iniciativas, com a finalidade de reduzir a produção do lixo encaminhado ao aterro, levar benefícios sociais à população e diminuir os impactos ambientais negativos. A Lei Orgânica do Município estabelece que o material recolhido da coleta seletiva domiciliar deve ser destinado em primeira instância para os catadores. Os alimentos em condição de consumo são destinados ao Banco de Alimentos e os demais resíduos orgânicos são processados em uma usina de compostagem, e o entulho originado da construção civil é processado e reaproveitado.
É interessante que a população se envolva na coleta seletiva com estratégias de educação ambiental e mobilização social, também é exigência legal. Isso contribui com o exercício da cidadania e reforça a participação social. Com o aumento de atendimento em vilas e favelas, 95% da população é beneficiada pelos serviços de limpeza urbana atualmente.
Focando na política de atuação, vamos citar alguns métodos atribuídos a Superintendência de Limpeza Urbana. Elaborar projetos de limpeza coletiva, executar a limpeza urbana, fiscalizar a eficácia dos serviços contratados, receber ajuda para os recursos destinados ao cumprimento de seus objetivos, elaborar seu plano de trabalho, entre outros.
O que podemos perceber é, que apesar de alguns déficits, no quesito coleta de lixo em Belo Horizonte a Prefeitura, na teoria tem feito a sua parte, se esforçando para que na prática também a aconteça, porém para um melhor aproveitamento dessas ações conscientizadoras e colaboradoras, é necessário que cada cidadão se envolva no projeto e faça o melhor possível para contribuir na melhora diária da pauta em questão.
Fonte: http://portalpbh.pbh.gov.br
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